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2011-03-31

Portugal também faz bem e é esse bem fazer que queremos partilhar com todos os nossos leitores nesta nova rubrica Portugal - Empresas & Negócios.

Em cada edição, publicaremos nesta rubrica exemplos de empresas e negócios portugueses que encontrámos nas nossas várias viagens e que merecem destaque por alguma razão específica, seja como um bom exemplo, seja como um caso diferenciador ou, simplesmente, porque algo nos chamou a atenção de entre as várias centenas de organizações que temos vindo a conhecer ao longo dos anos.

Encontrámos em Braga um conceito diferente, a Cidadela Electrónica. Mesmo no meio dos “tubarões” do mercado, as três grandes insígnias com implantação nacional, encontra-se a loja nova da Cidadela Electrónica, aberta em Setembro de 2009.

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2011-02-21

Lançamos a nova rubrica "Empresas electro com história" que tem como objectivo dar a conhecer empresas portuguesas do sector com mais de 20 anos de actividade. O mercado português conta com inúmeras organizações que se mantêm nesta actividade há mais de duas décadas das mais variadas áreas e actividade e que são o resultado de uma história de vida que levou a que permanecessem activas.

São estas histórias de pessoas e empresas que queremos contar para que todos conheçam os protagonistas que têm feito parte do sector ao longo de mais de 20 anos.

- Hortênsio Marques Cabral, com 31 anos de história em Vendas de Galizes, Oliveira do Hospital

- Manuel J. Monteiro & Cª, Lda, desde 1932, com 79 anos de história

- Sonovisão, desde 1983... 28 anos de história

- Mateus Cozinhas Interiores ... desde 1969

- João Crisóstomo Figueira da Silva, S.A... 64 anos de história

- Prolar... 50 anos de história... desde 1961

- Baltazar Lima, 35 anos de história... desde 1975

Se faz parte do mercado electro e tem uma empresa portuguesa com mais de 20 anos de actividade, contacte-nos e faça parte da história.

2010-12-07

Embora a maioria das organizações reconheça o potencial e importância dos media sociais, estão ainda confusas com as regras de “engagement” e falta-lhes o apoio organizacional e a confiança. Como resultado, muitas afastam-se dessas redes ou aderem sem compreender muito bem o impacto que isso pode ter nas suas marcas.

Esta é uma das conclusões do primeiro estudo de mercado qualitativo à escala global sobre as atitudes dos consumidores e os seus comportamentos em relação às marcas nas redes sociais, realizado pela Firefly Millward Brown. A Millward Brown afirma que a pesquisa, realizada através de uma rede social privada de empresas criada para este efeito, irá fornecer às empresas e às respectivas marcas insights valiosos sobre como navegar nas redes sociais de forma mais eficaz. A pesquisa incluiu conversas aprofundadas com organizações e com centenas de consumidores em todo o mundo.

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2010-11-22

O mercado português de produtos tecnológicos demonstrou, no terceiro trimestre, uma tendência negativa, com a queda a totalizar 3,2 por cento, comparativamente com o mesmo período do ano passado, ficando-se nos 616 milhões de euros. Analisando o acumulado das vendas até Setembro, os dados GfK TEMAX indicam uma descida de 0,6 por cento, para os 1,823 mil milhões de euros.

O mercado nacional foi particularmente prejudicado pelos sectores das tecnologias de informação (-3,6%), equipamento de escritório e consumíveis (-5,6%), electrónica de consumo (-10,3%) e telecomunicações (-12,3%), que apresentaram números negativos. Por seu turno, o sector da fotografia apresentou um crescimento de dois dígitos (10%), enquanto os pequenos (1,2%) e os grandes domésticos (6,7%) continuaram a demonstrar tendências positivas.

2010-11-18

Numa viagem à volta do mundo através dos dados GfK TEMAX, a única conclusão que se pode mesmo retirar é que cada caso é um caso. De uma maneira geral, o terceiro trimestre foi de crescimento para o mercado dos produtos tecnológicos. Na Europa, destaca-se o crescimento de 10,4 por cento do importante mercado alemão, que contrasta claramente com o de 1,9 por cento do Reino Unido

Em cada país, os diferentes sectores que compõem o estudo GfK TEMAX tiveram desempenhos contraditórios. Destaca-se, contudo, o fraco desempenho geral da electrónica de consumo, que claramente abrandou neste terceiro trimestre, depois de toda a febre gerada pelo Mundial de Futebol e que motivou os bons desempenhos desta categoria na primeira metade do ano.

Reino Unido.

A performance global do mercado britânico nos três primeiros nove meses deste ano, face aos três trimestres homólogos de 2009, mostrou um crescimento de 1,9 por cento. Contudo, analisando apenas o terceiro trimestre, comparativamente com o mesmo período do ano passado, os dados GfK TEMAX Reino Unido revelam uma descida de 0,4 por cento.

O fraco desempenho das categorias de electrónica de consumo foi o principal responsável por esta queda e pela perda de 11,5 por cento, relativamente ao ano passado, deste mercado. Na origem deste desempenho esteve, em certa medida, a tendência dos consumidores terem concentrado as suas compras de televisores de grandes dimensões durante o Campeonato do Mundo de Futebol, conduzindo a um rápido “arrefecimento” desta categoria de produto, estratégica para o mercado da electrónica de consumo, nos meses seguintes.

Alemanha

Na Alemanha, o mercado de produtos tecnológicos manteve, no terceiro trimestre, o seu trilho de crescimento, com uma subida de 10,4 por cento e vendas no valor de 10,4 mil milhões de euros. A tecnologia de informação puxou pelo mercado, mas também os pequenos e grandes domésticos, a fotografia e a electrónica de consumo demonstraram desenvolvimentos positivos, contrariamente às telecomunicações, equipamento de escritório e consumíveis.

Os dados GfK TEMAX Alemanha revelam que as tecnologias da informação conseguiram um crescimento de dois dígitos, de 14,4 por cento, e vendas o valor de 2,77 mil milhões de euros. Um em cada dois euros tiveram origem nas vendas de computadores portáteis, que beneficiaram de um crescimento de dois dígitos.

Os desktops tiveram um desempenho ainda mais forte. Devido à descida dos preços, os consumidores estão a mostrar um interesse particular pelas soluções “tudo em um”, que integram toda a tecnologia relevante nos monitores.

Polónia

Na Polónia, o terceiro trimestre coincidiu com o melhor resultado de todo o ano e com uma descida de apenas três por cento comparativamente com o mesmo período de 2009.

Numa comparação trimestre a trimestre, dois sectores revelaram crescimentos, a fotografia, com oito por cento, e a electrónica de consumo, com 0,2 por cento. Os outros sectores, apesar dos resultados no “vermelho”, conseguiram mesmo assim que as quedas fossem muito baixas que nos primeiros dois trimestres deste ano.

Lamentavelmente, os fracos resultados conseguidos na primeira metade de 2010 tiveram um impacto cumulativo para os primeiros nove meses. Entre Janeiro e Setembro, o mercado polaco caiu dez por cento relativamente ao homólogo.

Áustria

Na Áustria, o crescimento positivo verificado no segundo trimestre prolongou-se nos três meses seguintes, que registaram mais quatro por cento. Esta subida foi influenciada pelos desenvolvimentos nos sectores das tecnologias da informação e telecomunicações, que conseguiram, ambos, crescimentos de dois dígitos, fruto da forte procura por leitores de e-books e smartphones.

Os sectores da fotografia, grandes domésticos e equipamento de escritório também ultrapassaram as performances do ano anterior e os pequenos domésticos registaram um crescimento marginal. Apenas a electrónica de consumo, o motor do segundo trimestre, registou quedas na facturação, com o desaparecimento da “febre” do Campeonato do Mundo de Futebol.

Turquia

Na Turquia, o mercado de produtos tecnológicos mostrou um crescimento saudável comparativamente com o terceiro trimestre de 2009, atingindo o valor mais elevado dos últimos três anos.

O ambiente económico positivo reflectiu-se neste mercado, com crescimentos de dois dígitos tanto em volume como em valor, face ao ano passado. No terceiro trimestre, o crescimento em valor foi de 23,3 por cento.

Bélgica

Pelo quarto trimestre consecutivo, o mercado de produtos tecnológicos belga registou, uma vez mais, números positivos. A facturação cresceu 5,4 por cento face ao terceiro trimestre de 2009, mas esta evolução oculta desempenhos contrastantes entre os diferentes sectores.

De um lado da balança, as tecnologias da informação (+12%) e o equipamento de escritório (+10,3%) continuaram com o seu percurso de crescimento evidenciado no trimestre anterior e ainda mais pronunciado que no homólogo de 2009. O sector da fotografia também teve um desempenho positivo, vendo a sua facturação crescer 8,3 por cento sobre o ano passado. No outro prato da balança, as telecomunicações (-5,9%) e a electrónica de consumo (-1,1%) ficaram abaixo do ano passado. A nota positiva é que os pequenos (+10,6%) e os grandes domésticos (+6,1%) conseguiram uma evolução mais forte que o inicialmente esperado, comparativamente com o trimestre anterior.

Singapura

Com um ligeiro crescimento, de apenas 0,2 por cento, sobre o mesmo trimestre de 2009, o mercado de produtos tecnológicos viu a sua facturação estabilizar nos 851 milhões de dólares de Singapura. Crescimentos de dois dígitos foram encontrados nos sectores dos grandes e pequenos domésticos e nas tecnologias da informação, que contrastaram com a performance negativa dos outros sectores.

Malásia

Na Malásia o mercado dos produtos tecnológicos cresceu 17 por cento, no terceiro trimestre, comparativamente com o mesmo período de 2009. Com excepção dos grandes domésticos, sector que cresceu apenas dois por cento, todos os restantes tiveram subida de dois dígitos. No reverso da medalha, o equipamento de escritório e os consumíveis continuaram o seu declínio.

Austrália

Na Austrália, o terceiro trimestre representou o terceiro declínio consecutivo, comparativamente com o ano anterior, para os produtos tecnológicos.

Apesar da estabilização da subida das taxas de juro, de um forte mercado de trabalho e do optimismo geral dos australianos, esta indústria competitiva continua a ser atingida pela erosão dos preços, resultando numa queda de 5,5 por cento na sua facturação. Esta descida foi exacerbada pelo reforço do dólar australiano, próximo da paridade com o dólar norte-americano.

Tailândia

Na Tailândia, a facturação do mercado de produtos tecnológicos atingiu os 46,8 mil milhões de bahts no terceiro trimestre. O sector das telecomunicações finalmente saiu de terreno negativo, apr4esentanto a maior taxa de crescimento de todos os analisados pelo GfK TEMAX Tailândia, somando 21 por cento face ao homólogo de 2009.

Crescimentos de dois dígitos foram também observados em todos os outros sectores, com excepção da electrónica de consumo, que se ficou por um dígito apenas. No negativo, face ao ano passado, ficaram os sectores de equipamento de escritório e consumíveis.

Vietname

O terceiro trimestre representou para o mercado vietnamita um crescimento de 31 por cento sobre o mesmo período do ano passado, com os pequenos domésticos a crescerem quase 50 por cento comparativamente com os primeiros nove meses de 2009.

Todos os sectores, com excepção do equipamento de escritório e consumíveis, apresentaram crescimentos.

Taiwan

No terceiro trimestre, o mercado de produtos tecnológicos de Taiwan cresceu 3,6 por cento sobre o ano passado, com a facturação a atingir os 55,8 mil milhões de dólares taiwaneses.

Os sectores tiveram evoluções contrastantes, com a fotografia a registar o mais crescimento, de cerca de 32,5 por cento, enquanto o equipamento de escritório teve a maior descida, de 11,9 por cento.

Indonésia

Os fortes crescimentos mantiveram-se no terceiro trimestre na Indonésia. Nestes três meses, o mercado de produtos tecnológicos cresceu 16 por cento, em comparação com o mesmo período de 2009, com a facturação a atingir os 21,1 triliões de rupias.

Os crescimentos de dois dígitos foram observados em todos os sectores, excepto o das telecomunicações, que cresceu apenas um dígito.

Hong Kong

Em Hong Kong, o terceiro trimestre viu o crescimento desacelerar face aos trimestres anteriores. Mesmo assim, o mercado cresceu 12 por cento, com a facturação a subir para os 10,7 mil milhões de dólares de Hong Kong.

Todos os sectores mostraram tendencies positivas, excepto o da electrónica de consumo que perdeu quatro por cento face ao terceiro trimestre de 2009.

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L.Branca/PAE

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