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2012-12-11

A GD Midea é, segundo a Euromonitor, o segundo maior fabricante mundial de electrodomésticos, apesar da presença relativamente modesta fora da China, o seu mercado doméstico, onde construiu uma posição sólida, não obstante a oposição do seu concorrente mais directo, a Haier. Contudo, com o mercado chinês a dar mostras de abrandamento, coincidindo com o fim dos programas de subsidiação do governo, a GD Midea olha agora com atenção redobrada para o exterior, não querendo arriscar-se a ser um “player” mono-mercado. Alguns passos já foram dados, sobretudo na direcção da Índia e da América do Sul, através de “joint-ventures” na área do tratamento do ar.

A GD Midea tem um objectivo muito claro: ser um “player” internacional, com uma estratégia multi-marca e uma presença baseada em categorias .Mesmo assim, a Midea é única com uma presença significativa fora do mercado chinês, não obstante o grupo deter mais de dez marcas e 19 filiais no estrangeiro, incluindo seis a nível europeu, nomeadamente Rússia, França, Itália, Espanha, Alemanha e Holanda.ssociado aos produtos chineses.

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2012-12-05

Os consumidores portugueses estão pessimistas e ansiosos, em resultado do contexto económico e das medidas de austeridade aplicadas no último ano. De acordo com as estimativas da Deloitte, o consumo privado não voltará aos níveis de 2010 senão no virar da década. 83 por cento dos portugueses classifica a situação do país como negativa, 73 por cento tem expectativas negativas quanto à sua evolução, 68 por cento confessa um menor poder de compra que em 2011, poder de compra este que, para 55 por cento, será reduzido em 2013.

Como tal, este Natal vai ser mais magro. De acordo com o estudo Xmas Survey da Deloitte, em 2012, os portugueses vão gastar menos 13,5 por cento, cerca de 464 euros por lar, repartidos entre presentes, alimentação e bebidas e actividades de socialização. Uma tendência que vai ao encontro da indicada pelo Observador Cetelem, cujo estudo aponta uma redução de 35 por cento por cento nos gastos com presentes de Natal.

2012-10-19

Durante os meses de Verão, a União Europeia debateu-se com novas fontes de incerteza. Por um lado, as taxas de juro sobre os títulos de dívida pública espanhola e italiana dispararam. Por outro, não foi claro, durante algum tempo, se a Alemanha iria deixar o fundo de resgate associado ao Mecanismo de Estabilidade Europeu, devido a uma quexa no Tribunal Constitucional Federal. E, além disso, muitos países europeus continuavam a caminhar na direcção da recessão. Neste sentido, os consumidores reagiram com igual incerteza. Os indicadores para as expectativas económicas e de rendimentos, assim como a propensão para o consumo, caíram consideravelmente em quase todos os países incluídos no estudo "Consumer Climate Europe and USA" da GfK.

2012-10-04

Independentemente de todo o burburinho criado em torno do online, e do facto de muitos já terem preconizado o fim das lojas físicas, a verdade é que estas continuam a ser vistas pelo retalho como o seu principal canal de crescimento, segundo revela uma pesquisa do Australian Centre of Retail Studies, da Universidade de Monash, apresentada no âmbito do World Retail Congress (WRC), o grande evento mundial do sector, que juntou, de 19 a 21 de Setembro, os seus principais “players” em Londres.

2012-09-17

A aquisição de smartphones, tablets e computadores vai continuar a crescer em todo o mundo apesar do contexto económico, devendo registar-se um número recorde de compra destes equipamentos no final de 2012, conclui o Tecnhology, Media and Telecommunications Predictions, estudo da Deloitte que apresenta as previsões nas áreas de tecnologias, media e telecomunicações.

Em Portugal, ainda que com resultados moderadamente expressivos, reflecte-se esta tendência, com 24 por cento dos portugueses a pretenderem adquirir um smartphone e 13 por cento um tablet, avança o TMT Predictions.

Mesmo com orçamento limitado, os consumidores tendem a geri-lo de forma a poderem adquirir produtos que os permitam continuar “conectados”; significando que terão preferência em gastar menos dinheiro, para que não tenham de abdicar da compra de equipamentos como uma televisão ou computador. Neste contexto, estão também criadas as condições para que uma determinada pessoa detenha mais que um smartphone e tablet. No caso português, mais de 50 por cento da população urbana (de Lisboa e do Porto), com acesso à Internet, tem um smartphone, entre os quais 13 por cento possuem dois equipamentos.

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