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2018-11-21

2018 foi, sem dúvida, um ano de turbulência para o setor do retalho. O aumento das rendas e a redução dos gastos dos consumidores contribuíram para o declínio de marcas que, durante muitos anos, se destacaram nas principais ruas comerciais e retail parks. No entanto, apesar de os últimos anos terem sido sombrios, os analistas acreditam numa recuperação do setor.

A Deloitte está otimista relativamente ao potencial das lojas e operadores omnicanal, afirmando que a mudança de rumo terá lugar através da reinvenção e investimento, que em última análise, servirá para fortalecer o setor. Independentemente do que pode reservar o futuro, os retalhistas sabem que responder ao aumento da procura gerada por picos sazonais como o Natal é a principal prioridade. Numa época em que as baixas de preços deixaram de ser uma forma garantida ou, nalguns casos, sustentável de captar vendas, proporcionar uma experiência positiva ou memorável pode ter maior significado para o cliente para além de ser mais rentável para o retalhista.

Oportunidades a não perder

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2018-07-16

Em 2030, o retalho será lazer. As fronteiras entre ambos ter-se-ão esbatido, já que irão dominar experiências de compra únicas e personalizadas para consumidores cada vez mais conectados.

A conclusão é da CBRE que se debruçou sobre o futuro do comércio e identificou 15 chaves que o irão definir em 2030. A consultora explica que as várias mudanças tecnológicas e sociais estão a provocar uma grande transformação da sociedade e a gerar novos hábitos de consumo, pelo que o ato de ir às compras no futuro será muito distinto do de hoje.

2018-03-12

O Portal da Queixa analisou e identificou várias situações e revela alguns dos casos que mais evidenciam que os consumidores não estão devidamente informados dos seus direitos como compradores, conheça os casos evidenciados:

2018-03-01

O mercado de Fast Moving Consumer Goods (FMCG) manteve uma tendência negativa em 2017, com um decréscimo de 2,7% em volume, o que demonstra que os portugueses estão a privilegiar cada vez mais o consumo ‘fora de casa’. A alimentação em casa foi mesmo o setor mais afetado no último ano ao registar um decréscimo de 3% em volume.

Por outro lado, os canais de proximidade e conveniência destacam-se como os mais dinâmicos não apenas a nível nacional, mas também a nível internacional, ao orientarem as principais escolhas dos consumidores.

2018-03-01

Não confiam nos banqueiros, nem nos políticos ou nos juízes. Mas confiam em algumas marcas, as suas marcas de confiança. Fula, Chicco e CTT são as três marcas que mais se distinguem em termos de confiabilidade dos consumidores portugueses, segundo a 18.ª edição do estudo conduzido pelas Selecções do Reader’s Digest.

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L.Branca/PAE

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