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2014-01-18

Jacques-Antoine Granjon, fundador e CEO da Vente Privée, surpreendeu uma plateia do World Retail Congress 2013 ao afirmar “o e-commerce morreu, viva o comércio”. O comércio electrónico é apenas mais um canal de distribuição. É também esta a visão partilhada pelos intervenientes no painel “Online vs Offline... um desafio decisivo” que fez parte dos temas do IX Encontro de Electrodomésticos, Electrónica de Consumo e TIC da AGEFE. “Não é verdade que o online representa só 3% das vendas de tecnologia em Portugal”, afirmou Rui Lopes, contrariando dados previamente apresentados pela consultora GfK. O gestor do negócio de comércio electrónico da Fnac justificou esta sua posição pelo facto de acreditar que já não há comércio online nem comércio offline, apenas “shopping” com os seus vários canais.

Esta é uma noção partilhada pelos vários “players” do sector da distribuição, que cada vez mais defendem uma abordagem integrada em todos os canais de comercialização. Paradigmático da importância que o online tem vindo a assumir, a Worten já tem mais de um milhão de “touchpoints” online entre as várias ferramentas com que trabalha diariamente, desde o site às redes sociais, que reforçam o valor da insígnia e

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2013-06-19

A China é a grande responsável pelo contínuo crescimento na produção mundial de grandes electrodomésticos desde que se atingiu, em 2010, o pico dos esforços de reposição de stocks pós-recessão. De facto, não considerando a Ásia-Pacífico nesta contabilidade, a outra região que está, efectivamente, a desenvolver este mercado é a América Latina, desafiando a Europa Ocidental pelo título de segundo maior produtor mundial de electrodomésticos. Desde 2007 que aquela região tem vindo a crescer consistentemente e espera-se que, dentro de quatro anos, tenha mesmo ultrapassado o Velho Continente. O que tem muito que ver com o facto de Itália, que já foi o terceiro maior produtor mundial, estar a perder a sua coluna vertebral industrial, posicionando-se, em 2012, apenas como o nono maior fabricante.

2013-05-21

Os “tablets” e os “smartphones” continuam a ser os produtos tecnológicos preferidos pelos portugueses, revelam os resultados do GfK TEMAX Portugal para o primeiro trimestre de 2013.

Nem o aumento de cinco por cento do preço médio dos “smartphones” retraiu os consumidores, fazendo o sector das telecomunicações continuar a crescer, representando a maior subida face ao período homólogo (30,3%), com vendas de 98 milhões de euros.

2013-04-22

A Indesit Company apresentou oficialmente, no passado dia 18 de Abril, o seu "line-up" de electrodomésticos para 2013, no hotel The Oitavos, no Guincho. Aproximadamente 150 convidados, entre parceiros de negócios e jornalistas, marcaram presença neste evento e puderam ver os trunfos das marcas Hotpoint e Indesit. Novos produtos e tecnologias inovadoras que municiam uma estratégia de ataque à liderança do mercado nacional de electrodomésticos.

Leia mais em detalhes e veja as imagens da Convenção Indesit Company 2013.

2012-12-11

A GD Midea é, segundo a Euromonitor, o segundo maior fabricante mundial de electrodomésticos, apesar da presença relativamente modesta fora da China, o seu mercado doméstico, onde construiu uma posição sólida, não obstante a oposição do seu concorrente mais directo, a Haier. Contudo, com o mercado chinês a dar mostras de abrandamento, coincidindo com o fim dos programas de subsidiação do governo, a GD Midea olha agora com atenção redobrada para o exterior, não querendo arriscar-se a ser um “player” mono-mercado. Alguns passos já foram dados, sobretudo na direcção da Índia e da América do Sul, através de “joint-ventures” na área do tratamento do ar.

A GD Midea tem um objectivo muito claro: ser um “player” internacional, com uma estratégia multi-marca e uma presença baseada em categorias .Mesmo assim, a Midea é única com uma presença significativa fora do mercado chinês, não obstante o grupo deter mais de dez marcas e 19 filiais no estrangeiro, incluindo seis a nível europeu, nomeadamente Rússia, França, Itália, Espanha, Alemanha e Holanda.ssociado aos produtos chineses.

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L.Branca/PAE

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