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2008-09-08

O efeito que a publicidade exerce sobre as crianças tem vindo a ser, cada vez mais, objecto de preocupação, tanto por parte dos estudiosos, como da opinião pública em geral.

O universo infantil vê-se muitas vezes invadido por certo tipo de publicidade que, ao não ser tão equilibrada quanto seria desejável, conduz à criação de expectativas, de modelos comportamentais e normas de conduta desapropriadas e com resultados potencialmente perigosos.

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2008-09-08

As variações climáticas influenciam directamente o consumo. No sector Electro, as empresas de climatização são as principais afectadas pelo clima, tendo mesmo uma variação de 50 a 150 por cento nos seus resultados. Apesar do ar condicionado ser um negócio cada vez mais estável, ao longo de todo o ano, compreender e prever estas flutuações permite à reduzir o risco de vendas.

2008-07-28

Ao contrário do que se tem verificado em muitas cidades europeias, o comércio de rua em Portugal tem experimentado algumas dificuldades de afirmação. No mercado nacional, os centros comerciais são definitivamente o formato de maior sucesso e têm vindo a conquistar, sobretudo ao longo da última década, uma forte quota de mercado, sendo o comércio de rua o grande perdedor. No entanto, a crescente maturidade daquele mercado tem vindo a criar espaço para o desenvolvimento de outros formatos e as lojas de rua são hoje alvo de maior atenção dos investidores, sobretudo os internacionais, que tentam replicar em Portugal o sucesso deste formato noutras capitais europeias.

2008-07-16

A estrutura da distribuição em Angola está pronta para a sua modernização, no seguimento de um conjunto de novas regulamentações governamentais da actividade. Desde Novembro de 2007, está proibida da venda por parte dos grossistas nas zonas urbanas e foram dadas alternativas para que possam continuar a sua actividade.

2008-06-27

25 por cento dos consumidores portugueses admitem poder vir a adquirir equipamentos para a produção de energia renovável nos próximos 12 meses e, em média, estão dispostos a investir cerca de 3.500 euros. As preocupações com o ambiente, a redução da despesa mensal com a electricidade e a possibilidade de rentabilizar o investimento através da venda da energia excedentária são, segundo o estudo O Observador Cetelem, os principais motivos para a compra do equipamento. Contudo, o facto destes equipamentos serem ainda caros e de muitas habitações não terem condições para a sua instalação podem ser um entrave a uma maior adesão por parte dos consumidores.

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