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2013-09-12

Passaram já quatro anos que o retalho deixou de comprar produtos da Miele. Os electrodomésticos estão nas suas lojas, são propostos aos clientes, mas os retalhistas não os compram à marca. Corria o ano de 2009 quando a empresa alemã veio propor ao mercado uma forma completamente disruptiva de encarar o negócio e o triângulo da relação entre a marca, a loja e o consumidor. Uma nova proposta de valor em que os clientes da Miele são, única e exclusivamente, os consumidores finais, cabendo aos retalhistas o papel de parceiros, num sistema em que a marca assume todos os riscos e custos de comercialização dos seus produtos. Hans Egenter, director geral da empresa, não tem dúvidas de que esta inovação comercial e toda a mudança de mentalidades associada compensaram. Com benefícios claros para os consumidores, para o retalho e também para a própria marca.

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2013-07-16

Trocas, compras colectivas, aluguer, compra directa ao produtor, intercâmbio de serviços, compras de produtos em segunda mão. Estas são práticas cada vez mais comuns entre os consumidores, após cinco anos de crise económica europeia. Os portugueses sentiram-na de forma especial e viram-se obrigados a fazer contas à vida e a reequacionar o seu modelo de consumo. Situação que se poderá agudizar em 2013 e que despoletará diferentes mecanismos para reduzir os custos. Anteriormente uma opção, o consumo alternativo converteu-se numa realidade e é cada vez mais forte em Portugal, como revelam os dados da mais recente edição do Observador Cetelem.

O consumo alternativo está a ocupar um lugar cada vez mais importante nas vidas dos consumidores e tenderá a ganhar relevância nos próximos anos. O mercado da segunda mão, por exemplo, encontrou na Internet um meio de difusão, com 89 por cento dos europeus a recorrer a este meio nos seus processos de compra.

2013-07-10

A crise não pode ser a “culpada” de tudo. Muitas vezes, as empresas de retalho têm dificuldades em “exportar” um modelo de negócio bem sucedido no seu mercado de origem mas que não vinga além-fronteiras, nomeadamente em mercados já maduros. E a Best Buy é um exemplo paradigmático. Cinco anos após ter pisado território europeu, o maior retalhista mundial de electrónica de consumo anunciou a retirada desta geografia, onde, tal como na China, não conseguiu replicar o sucesso obtido dentro dos Estados Unidos da América e que lhe tem valido, há já alguns anos, a liderança mundial das vendas a retalho do sector.

A maior retalhista mundial de electrodomésticos e electrónica de consumo pôs fim à sua parceria com a britânica Carphone Warehouse, vendendo a sua participação na “joint-venture” por 775 milhões de dólares, pagos em numerário e em acções. Esta decisão estratégica custa, ainda, à Best Buy mais 45 milhões de dólares, para indemnizar a Carphone Warehouse pela ruptura de algumas questões contratuais.

2013-06-27

Esta é uma nova rubrica da edição impressa da Revismarket. Nesta revista do primeiro semestre, resolvemos "desenterrar" algumas histórias passadas e perceber o que aconteceu às organizações que as protagonizaram. Inauguramos a rubrica com a marca portuguesa Briel que já passou por muito e "renasce" mais uma vez em 2013.

Em 2009, a Briel foi destaque pela sua mudança de administração que pretendia "cortar com o passado e definir novos rumos". Após incêndios, insolvências, projectos de recuperação, novas insolvências, passados estes anos, o que aconteceu a esta marca bem portuguesa?

2012-11-28

“Se queres conhecer o passado, examina o presente que é o resultado; se queres conhecer o futuro, examina o presente que é a causa”. - Confúcio

Confúcio disse que para prever o futuro dever-se-ia olhar para o passado. E é isso que propomos fazer nesta última edição de 2012. Aceite o nosso convite para uma viagem pelos acontecimentos que marcaram os últimos dois anos do sector Electro:

- Dois anos onde a tal da crise, que já cá andava desde 2008/2009, fez sentir de forma mais forte os seus efeitos.

- Dois anos marcados sobretudo por palavras com conotação negativa, como austeridade, desemprego, desinvestimento, prejuízos e falências.

- Dois anos onde o sector da distribuição inverteu a tendência de criação de emprego que lhe era reconhecida, encerrando lojas, desinvestindo, saindo de mercados e refreando os seus projectos de expansão.

- Dois anos onde os fabricantes se debateram com dificuldades em manter os resultados, mas tentando, mesmo assim, agitar as águas com propostas tecnológicas arrojadas e inovadoras.

- Dois anos onde se verificaram alguns negócios importantes, com as empresas melhor posicionadas a aproveitarem a conjuntura para adquirir outros “players” estratégicos.

- E, acima de tudo, dois anos que viram nascer um novo consumidor, transformado num verdadeiro perito, mais racional nas suas decisões e com hábitos de consumo completamente distintos.

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