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Pandemia potencia modelos de loja híbridos
2021-02-17

Os retalhistas estão a adotar várias medidas, de modo a fundir a compra física e o abastecimento do e-commerce no mesmo espaço, o que poderá servir de suporte a experiências de compra mais modernas, indica um estudo da CBRE.

A consultora nota que a pandemia imprimiu um novo sentido de urgência à conceção de lojas do futuro, que permitem a compra física, online ou através de dispositivos móveis. Não obstante a Covid-19 ter dado um duro golpe nos espaços físicos, o estudo destaca que continuam a desempenhar um importante papel no comércio moderno. “As lojas físicas continuam a ser vitais para os retalhistas, em termos de branding e interação essencial com os clientes, mas o seu propósito irá mudar no sentido de apoiar o crescimento do consumidor multicanal, um consumidor que usa as lojas físicas, o e-commerce, o mobile commerce e as redes sociais para efeitos de compra”, afirma John Morris, líder de retalho e industrial e logística na CBRE. “Isto será fundamental em termos de controlo de custos, uma vez que a expedição das encomendas online pode prejudicar os lucros se a cadeia de abastecimento não for eficiente. Para melhorar esta situação, as lojas passarão a dedicar uma grande parte do seu espaço ao controlo de stocks, realização da encomenda e expedição”.

Lojas do futuro

As lojas do futuro irão apoiar esta visão ao ter duas áreas paralelas, incluindo quer a componente de retalho, quer a industrial. Na frente de loja, o formato de retalho poderá incluir um espaço extra para a recolha e zonas dedicadas para o “click and collect” e, no caso da moda, provadores com espelhos inteligentes que permitam aos shoppers virtualmente experimentarem peças de roupa.

Na parte detrás, a loja poderá incluir um sistema de racks que permita separar as encomendas online e tratar das de “click and collect”, assim como a reposição do stock da própria loja. A tecnologia de otimização de stock será semelhante à de um centro de distribuição e a logística reversa permitirá acomodar as devoluções do online, de modo a determinar de o produto deverá entrar no stock da loja ou ser enviado para o centro regional.

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L.Branca/PAE

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