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Jerónimo Martins com lucros de 173 milhões de euros no semestre
2017-07-27

O resultado líquido do grupo Jerónimo Martins atingiu os 173 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, com as vendas Like-for-Like consolidadas a aumentarem 6,9%, traduzindo, assim, “o reforço das posições de mercado das várias insígnias” e que permitiram ao grupo faturar 7,8 mil milhões de euros no período analisado.

Já o EBITDA subiu 7,2% para 416 milhões de euros, enquanto o investimento executado foi de 249 milhões de euros. “A robustez dos resultados alcançados pelos negócios já estabelecidos no primeiro semestre do ano reforça a confiança do grupo de que é este o momento certo para acelerar o crescimento da operação na Colômbia", pode-se ler no comunicado de imprensa veiculado. Em 2017, o valor total do investimento do grupo deverá cifrar-se em cerca 700 milhões de euros.

“Com base num sólido primeiro semestre do ano, mantemos as vendas como a nossa primeira prioridade e estamos determinados a continuar a equilibrar crescimento sustentável e rentabilidade, tanto no curto como no médio-longo prazos. O compromisso de ajustar continuamente a oferta, de reforçar a relação e de criar as melhores oportunidades para os consumidores polacos levou a Biedronka a intensificar a dinâmica promocional e a aumentar o investimento em produtos chave. Este esforço compensou e conduziu ao excelente desempenho do grupo nos primeiros seis meses do ano. A nossa forte dinâmica de vendas e o nosso objetivo de crescer de forma rentável reforçaram o nosso foco na eficiência de custos, particularmente na Polónia, num contexto de maior pressão sobre os custos de pessoal”, considera Pedro Soares dos Santos, presidente do Conselho de Administração e administrador-delegado da Jerónimo Martins.

A Biedronka volta, assim, a reforçar a sua importância para a operação do grupo ao representar 68,4% das vendas, que atingiram os 5.305 milhões de euros no semestre, nomeadamente mais 13,4% face ao homólogo (em euros). A estes indicadores juntam-se, ainda, 29 aberturas de lojas e 253 lançamentos de marca própria. Por sua vez, a Hebe continua o seu percurso, encontrando-se já presente em 80 cidades polacas encerrando o semestre com 160 lojas e vendas de 75 milhões de euros (mais 32,9% a uma taxa constante de câmbio).

Na Colômbia, a Ara continuou a ajustar a sua proposta de valor às diferentes regiões, em especial à de Bogotá, e está agora "preparada para acelerar a expansão de lojas no segundo semestre do ano”, assegura Pedro Soares dos Santos, com a insígnia a encerrar as contas semestrais com vendas de 185 milhões de euros (mais 65,7% a uma taxa de câmbio constante) e a abrir 49 lojas (269 no total). O objetivo é terminar 2017 com, pelo menos, mais 150 lojas face a 2016. A Ara lançou, ainda, 81 novos produtos de marca própria que já representa 40% das vendas totais.

Desempenho positivo teve, igualmente, o Pingo Doce cujas vendas atingiram os 1.738 milhões de euros (+3,1%), representando 22,4% da faturação global do grupo português. A insígnia inaugurou, ainda, cinco novas lojas e lançou 81 novos produtos.

Já o Recheio viu as suas vendas crescerem 8,6% para os 442 milhões de euros, com a abertura da loja de Vila Nova de Gaia a ser o principal destaque da insígnia para este ano, a que se juntam 76 lançamentos de marca própria entre as Amanhecer, Masterchef e Gourmês, enquanto outros 16 foram relançados. “Em Portugal, tanto o Pingo Doce como o Recheio cumpriram os objetivos estabelecidos. O Recheio tirou partido da sua força comercial para capturar as oportunidades criadas pelo aumento do turismo. Uma vez mais, o Pingo Doce confirmou o seu compromisso em liderar a competitividade no mercado”, conclui a mesma fonte.

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