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80% dos portugueses aproveita as promoções para comprar marcas favoritas
2019-04-22

De acordo com o estudo realizado pela Kantar para a Centromarca e apresentado hoje na 7ª edição do ‘Marcas+Consumidores’, 80% dos portugueses aproveita as promoções para comprar mais marcas favoritas, o que resulta num aumento de 21% face a 2014.

Apesar do panorama económico positivo, o nível de confiança do consumidor mantém um índice negativo desde julho de 2018, com o consumo fora de casa a ressentir-se enquanto o consumo ‘in home’ recupera ao registar uma evolução de 0,5% ao nível do volume, em 2018.

A análise feita pela Kantar mostra que 91% das categorias que mais cresceram no mercado de Fast Moving Consumer Goods (FMCG), em 2018, são de alimentação, ao contrário do que se registou em 2017, ano em que 60% das categorias que mais caíram foram igualmente da área alimentar.

No último ano, as Marcas de Fabricante (MDF) retomaram protagonismo face às Marcas de Distribuição (MDD) ainda que às custas das promoções, verificando-se uma evolução em volume das MDF superior a 1% face a uma queda de -1% das MDD, sendo que 78% das cestas têm pelo menos um produto MDD.

A análise ao comportamento dos lares portugueses mostra ainda que um quarto das ocasiões de consumo (6,7%) são feitas fora de casa, o que representa um significativo aumento em relação a 2014, quando apenas significavam 4,8% das ocasiões.

Pedro Pimentel, Diretor-Geral da Centromarca, salienta que “2018 mostrou um mercado a encarar com alguma prudência os sinais da economia e a fazer apenas alterações pontuais no seu padrão de consumo, enquanto, ao mesmo tempo, marcas e retalhistas deram sinais de expectativa em relação às antecipadas alterações de contexto e funcionamento do mercado previstas para o corrente ano”.

Os seniores mostrarão ser o segmento mais dinâmico, prevendo-se que atinjam mais de um terço da população em menos de três décadas. Em termos de consumo, a saúde determina grande parte das suas escolhas: sustentabilidade, origem dos produtos e naturalidade estão entre as maiores preocupações do consumidor sénior e marcam as tendências no Grande Consumo.

“Quando pensamos em targets do futuro, temos tendência para pensar nas gerações mais jovens. Porém, o grupo de maior crescimento populacional são os maiores de 65 anos ou seniores. Este grupo passou de representar 7% da população em 1950 para 18% em 2008. Na última década, o ritmo de crescimento deste grupo dobrou até atingir 22% da população portuguesa”, explica Marta Santos, Manufacturers Sector Director da Kantar.

O rendimento dos seniores cresceu em termos relativos muito mais do que no resto da população o que, unido à diminuição do número de pessoas que compõe os agregados familiares, faz com que o gasto per capita em bens de FMCG seja quase o dobro do que nos lares com quatro ou mais integrantes. Na última década, quase mil milhões de euros nas categorias de FMCG mudaram de mãos no mercado português, ao passar das famílias com filhos para os reformados.

“A outra face da moeda são as famílias com filhos, que nestes dez anos deixaram de representar a maioria e passaram a ser menos de 45% da população”, acrescenta Marta Santos. Para a responsável, a conjugação de 54% da população em lares até dois integrantes, juntamente com a fragmentação do consumo, requer uma adequação do sortido que responda a esta nova realidade.

Pedro Pimentel, por seu lado, acrescenta que “quer os fabricantes, quer os distribuidores, terão que dar uma crescente atenção a esta alteração da pirâmide demográfica sem nunca perder de vista os diferentes segmentos de consumidores e as suas especificidades ao nível de preferências ou de processo de compra. Mas isso não invalida que o segmento sénior deva merecer um foco especial a nível de produtos, de espaços ou de comunicação”.

O ‘Marcas+Consumidores’ avalia periodicamente as tendências e a evolução do consumo e fornece informação sobre marcas e mercados, consumo e consumidores. Esta ferramenta reforça também o papel da Centromarca enquanto entidade impulsionadora da valorização e construção de uma cultura e ecossistema de Marca em Portugal.

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L.Branca/PAE

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