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Fabricantes devem repensar as operações de produção globais
2020-08-10

Os fabricantes deverão repensar e redesenhar as suas cadeias de produção e abastecimento globais, se quiserem sobreviver e prosperar no seguimento da pandemia de Covid-19, revela um estudo da Universidade de Birmingham.

O impacto do vírus demonstra que o foco das cadeias globais deverá mudar dos grandes centros produtivos numa única localização, como a China, para várias instalações de menor dimensão espalhadas por vários locais do mundo, de modo a reduzir o risco para o negócio.

Equilíbrio de fatores

Estabilidade, fiabilidade, resiliência e previsibilidade são aspetos críticos na reestruturação das redes de produção mundiais, de modo a equilibrar os fatores risco e recompensa e harmonizar o valor económico com outros relacionados com a localização e segurança. “Existe uma tensão real entre a otimização das cadeias de produção globais e os riscos em todo o mundo. A pandemia de Covid-19 representa a primeira vez que estes riscos tiveram impactos em todos os países e na maioria das pessoas do planeta. É lamentável que as empresas, governos e geógrafos não tenham considerado o surto de SARS, no final de 2002, como um teste para desenvolver novas abordagens é gestão do risco”, defende John Bryson, professor da Universidade de Birmingham e coautor do relatório.

Os investigadores recorreram a uma base de dados de 91 empresas norte-americanas para mostrar que o domínio atual em termos de globalização não pode explicar as estratégias internacionais de 25% daquelas companhias. A pesquisa apurou que o coronavírus veio demonstrar que as cadeias de produção mais eficientes equilibram o controlo de custos com a gestão do risco, harmonizando as unidades de produção em mercados “core” com outras situadas em locais de menor custo. “Devemos recentrar o debate sobre a globalização nos benefícios e riscos associados ao aprofundar dessa mesma globalização”, defende John Bryson.

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L.Branca/PAE

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