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Worten enfrenta com “sucesso” duas quedas consecutivas de mercado de dois dígitos
2012-05-25

Apesar das importantes quedas de consumo em Portugal e Espanha, as nossas equipas conseguiram ganhos de produtividade e eficiência que permitiram manter ou até melhorar as margens de rentabilidade operacional na esmagadora maioria dos nossos negócios: retalho alimentar, telecomunicações, centros comerciais e retalho de electrónica. De realçar a capacidade do retalho alimentar, que obteve um crescimento de vendas like for like; da Sonaecom (Optimus e SSI) que obtém um novo e importante crescimento de rentabilidade; e da Worten, que conseguiu enfrentar com sucesso duas quedas de mercado de dois dígitos em anos consecutivos”.

Foi desta forma que Paulo Azevedo, CEO da Sonae, comentou os resultados relativos ao primeiro trimestre, apresentados pela empresa esta quinta-feira, dia 24 de Maio. No primeiro trimestre, mantiveram-se genericamente as tendências que se vinham observando nos diferentes países onde a Sonae actua. Os benefícios do crescimento no Brasil e do ambiente relativamente estável em outros países europeus continuam a ser compensados pela contracção económica dos mercados ibéricos. TNeste contexto , o volume de negócios da Sonae manteve-se praticamente estável em 1,2 mil milhões de euros, uma evolução que só foi possível graças a novos ganhos de quota de mercado, particularmente evidentes no negócio de base alimentar.

As vendas da Sonae MC aumentaram cerca de um por cento, totalizando 743 milhões de euros, suportadas por uma performance de vendas no universo comparável de lojas claramente acima da evolução média do mercado e pelo crescimento do portfólio de marcas próprias e primeiros preços, que atingiram uma representatividade de mais de 31 por cento nas vendas das categorias relevantes. A Sonae SR alcançou vendas de 273 milhões de euros (-1%), um desempenho que só foi possível devido ao crescimento de 26 por cento das vendas nos mercados internacionais, com destaque para Espanha que representou 33 por cento do total.

O EBITDA recorrente atingiu 114 milhões de euros neste trimestre, seis por cento acima do montante alcançado no ano anterior, apesar do impacto da retracção de consumo nos mercados ibéricos, sentida especialmente ao nível das categorias não-alimentares. Esta performance positiva foi determinada pelo crescimento do EBITDA recorrente nos negócios de retalho alimentar e de telecomunicações, permitindo atingir uma margem EBITDA recorrente consolidada de 9,2 por cento, 0,7 pontos percentuais acima do trimestre homólogo.

No primeiro trimestre, o resultado líquido total totalizou nove milhões de euros, sete milhões de euros abaixo do valor registado no período homólogo, em função essencialmente da não existência de resultados não recorrentes associados à venda de activos pela Sonae RP.

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L.Branca/PAE

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