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Retalhistas continuam a expandir o seu negócio com forte aposta na Europa
2012-04-23

A edição de 2012 do estudo “How Global is the Business of Retail?” da CBRE, aponta que os retalhistas expandiram os seus negócios para um vasto leque de mercados em 2011, tendo 74 por cento dos países em análise registado a entrada no mercado de pelo menos um novo retalhista.

A presença total de retalhistas aumentou 2,1 por cento, à semelhança do ano anterior, demonstrando que os retalhistas continuam a expandir os seus negócios internacionais, apesar do ambiente de instabilidade económica.

O estudo anual da CBRE, publicado pelo quinto ano, analisa a presença global de 326 dos maiores retalhistas mundiais em mais de 200 cidades, para identificar tendências na expansão do mercado global de “retail” a nível nacional e local. De acordo com o estudo, Londres recupera a primeira posição, com 55,5 por cento, após ter partilhado o topo da tabela com o Dubai no ano passado. Londres beneficiou de um mini-boom em 2011, dado que as despesas dos turistas incentivaram uma economia local relativamente sólida, mantendo-se um centro fundamental para os retalhistas com planos de expansão para a Europa. Embora o Dubai, com 53,8 por cento, ainda detenha um considerável poder de atracção a nível global, cai para a segunda posição, devido a um conjunto de retalhistas que abandonou o mercado.

Lisboa encontra-se na posição 38 do ranking mundial de cidades mais atractivas para a entrada de novos retalhistas e o Porto a posição 81 num universo aproximado de 200 cidades. “O mercado mantém ou melhora o dinamismo verificado no ano anterior, o que se traduz nas posições alcançadas em termos globais. Gostaríamos de realçar as zonas Prime de Lisboa, que continuam a contribuir de forma muito significativa para os resultados apresentados, nomeadamente no segmento de luxo, onde registamos uma procura acentuada por parte de insígnias internacionais e nacionais”, comenta Carlos Récio, director de Agência de Retail da CBRE Portugal

No restante ranking Nova Iorque (43,9%) mantém a terceira posição, enquanto que Moscovo (43,7%) sobe na tabela, resultado dos novos participantes no mercado durante 2011, para partilhar com Paris (43,7%) a quarta posição, à frente de Hong Kong (40,5%). A Cidade do Kuwait (39,5%) também merece destaque, com uma subida para a oitava posição desde o 12.º lugar ocupado no ano passado. As restantes posições do top 20 incluem uma combinação de mercados tradicionais e mercados emergentes, o que dá uma indicação do nível efectivo de globalização do negócio internacional de “retail”.

Quando se analisa os países mais procurados pelos retalhistas globais, o Reino Unido mantém a primeira posição dos rankings seguido de perto pelos Emirados Árabes Unidos (53,1%) e pelos Estados Unidos (50,3%). Espanha ocupa a quarta posição (47,5%) seguida de perto pela China (47,2%), com França e Alemanha (46,9%) ambas em sexto lugar nos rankings. Rússia (44,5%), Itália (43%) e Arábia Saudita (41,1%) completam as restantes 10 primeiras posições.

Os retalhistas norte-americanos são de longe os mais globais, com 73 por cento dos inquiridos presentes nas três regiões (Europa, Médio Oriente e África, Ásia Pacífico e Américas), comparativamente a 44 por cento dos retalhistas europeus e 23 por cento dos retalhistas da região Ásia Pacífico. Londres é o destino número um para os retalhistas americanos, com 64,7 por cento a operar com pelo menos uma loja nesta cidade.

Quanto à quantidade de aberturas de novas lojas no ano passado, o estudo revela que a Europa foi a região mais procurada em termos de cidades, sendo responsável por 48 por cento das novas entradas. Seguem-se Médio Oriente e Norte de África com 22 por cento e Ásia com 14 por cento.

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L.Branca/PAE

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