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Mudança histórica no mercado global de bens de consumo
2017-05-31

O gasto dos mercados emergentes em produtos de grande consumo já representa 51% da despesa global, acima dos países desenvolvidos, diz o estudo Brand Footprint da consultora Kantar Worldpanel.

De acordo com a análise da Kantar Worldpanel, o gasto dos mercados emergentes em produtos de grande consumo cresceu para 34.000 milhões de dólares (mais de 30.000 milhões de euros), em 2016, 6% mais que no ano passado, enquanto as vendas dos mercados desenvolvidos permaneceram estáveis. Assim, os mercados emergentes já representam mais de metade da referida despesa global em bens de consumo, superando os 48% de há três anos. Os países emergentes que mais contribuíram para este crescimento foram a Rússia (+14%), Sri Lanka (+9%), Indonésia (+6%) e Filipinas (+6%).

O crescimento global do gasto em produtos de grande consumo desacelerou para 3%, no ano passado, após um crescimento de 4%, em 2015. Os países de África e do Médio Oriente desfrutaram de um crescimento de 8% em valor, enquanto as vendas cresceram rapidamente na América Latina, com um aumento de 9%.

Estados Unidos da América e Europa, entretanto, continuaram a experimentar um crescimento moderado no ano passado. O mercado norte-americano viu um decréscimo das taxas de crescimento, em comparação com um crescimento de 1%, em 2015. Na Europa, houve um crescimento de 2%, quando no ano anterior o aumento foi de 4%. No entanto, a Ásia sofreu a crise mais profunda, passando de crescimento de valor de 6%, em 2015, para 2%, em 2016.

A categoria de saúde e beleza sofreu a maior desaceleração, em 2016, com crescimento de apenas 1%. Alimentação e bebidas alcançaram, cada uma, um crescimento de 3%.

O estudo também mostra que as marcas locais cresceram 3,9%, em 2016, enquanto as marcas globais cresceram 2,6%. As marcas locais são particularmente fortes nas categorias de alimentos e bebidas, sendo escolhidas por 74% e 67% dos "shoppers", respetivamente. As marcas locais ganharam uma quota de 1,1% do mercado mundial de bens de consumo. Em 2016, a diferença de preço entre as marcas globais e locais foi reduzida ao ponto de desaparecer.

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L.Branca/PAE

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