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Serviços e comércio automóvel lideram insolvências
2017-04-17

Em março, as insolvências aumentaram quase 26% face ao mês homólogo de 2016. O número total de empresas insolventes nos três primeiros meses do ano é 13% superior ao valor registado no ano passado.

No mês passado, registou-se um total de 776 empresas insolventes, mais 159 que no mesmo período em 2016. Em valor acumulado, as insolvências em Portugal apresentam-se acima dos números registados em 2015 e 2016, com mais 253 insolvências registadas face a 2016.

Até ao final do mês de março, verificou-se um total absoluto de 1.224 declarações de insolvência, mais 389 que em março de 2016 (acréscimo de 46,6%), o que resulta no aumento total das insolvências no primeiro trimestre deste ano, comparativamente a igual período do ano transacto.

No período em análise, o aumento mais notório de insolvências registou-se nos sectores dos serviços (aumento de 29,8%) e comércio de veículos (acréscimo de 23%). Em pólo oposto, o decréscimo neste período é mais significativo nos sectores da indústria extrativa (decréscimo de 33,3%) e nas telecomunicações (redução de 25%). Outros sectores que em março deste ano também apresentam um decréscimo de dois dígitos no número de empresas insolventes são as atividades de eletricidade, gás e água (decréscimo de 12,5% face a igual período de 2016) e agricultura, caça e pesca (variação positiva de 12%).

O aumento mais significativo de insolvências foi registado em Lisboa, ao passar de 449 para 628 empresas insolventes, mais 179 do que em 2016 (aumento de 39,9%). O Porto também apresentou um valor elevado, 430 empresas, no entanto, diminuíram em 0,7% face a 2016. Santarém e Coimbra apresentaram decréscimos significativos, menos 20,3% e 27,4% respetivamente. Os distritos que revelaram aumentos mais notórios no número de empresas insolventes foram Madeira e Setúbal, com aumentos de 45,5% e 39,3% respetivamente.

Em março foram constituídas 4.101 novas empresas, mais 682 que no período homólogo (aumento de 19,9%). Em termos acumulados verifica-se um acréscimo desde 2016.

O número de constituições evidenciou um crescimento em Faro e Setúbal, mais 6% e 6,8%, respetivamente. O maior número de constituições continuou a ser registado nas áreas metropolitanas, Lisboa com 32,4% e o Porto com 17,5%. Não se verificaram descidas significativas, tendo a maioria dos distritos mantido o peso das constituições.

No que respeita aos sectores de atividade, apenas o da construção e obras públicas (acréscimo de 0,9%) e o de serviços (mais 2,8%) apresentaram aumentos significativos.

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L.Branca/PAE

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